quarta-feira, 20 de março de 2013


TUDO O QUE VICIA COMEÇA COM “C”.

Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios.
Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo o que vicia começa com a letra C!
De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com c.
Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis saivá que também começa com c.
Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha- começa com a letra c.
Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não? Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum.
Impressionante, hein?
E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.
Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade...cinco.
Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C. Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.
Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com c. Mas atenção: nem tudo que começa com c vicia. Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em cultura.
(Luiz Fernando Veríssimo)

A dualidade na educação brasileira, ontem e hoje.
A continuidade dualista na educação brasileira, legado esse que trazemos desde o período do Brasil Colônia, onde se busca uma educação com qualidade para um grupo social mais favorecido, ou seja, a elite social brasileira, e uma educação com pleno descaso para a grande maioria dos brasileiros, que ocupam uma classe social inferior, por exemplo, milhares de trabalhadores assalariados. Esse foco se estabeleceu com a vinda da Companhia de Jesus, os Jesuítas para o Brasil, onde houve uma implantação da cultura europeia, e instrução católica através de práticas jesuíticas que foram difundidas principalmente entre os indígenas, filhos de senhores de terras e aristocratas, seguindo uma visão cultural do Estado Português e da igreja Católica onde se buscou atender os interesses de ambos, de um lado a metrópole portuguesa com sua política mercantilista exploratória e de outro a igreja Católica combatendo o crescimento da religião protestante. Podemos fazer uma análise crítica das influências que foram obtidas com a chegada da companhia de Jesus e suas consequências desde o período colonial até a contemporaneidade, a continuidade do dualismo na educação, esse legado de certa forma permanece até os dias atuais.

A educação e a igreja em terras do novo mundo.
A Companhia de Jesus, os Jesuítas, que em terras brasileiras assumiram um caráter elitista e catequético, cumprindo a sua função de controle e manutenção social. Trazendo em sua raiz um caráter de epistemicídio, uma vez que esta ordem religiosa, desenvolveu práticas educativas  no Brasil colonial,  carregada de etnocentrismo, sufocou os saberes nativos relegando-os a segundo plano, na tentativa de impor as crenças, os valores e a visão de mundo européias.
 Devemos voltar o olhar para uma das contribuições da educação jesuítica na produção e manutenção da dualidade na sociedade brasileira colonial, levando-nos a considerar, que o ensino formal na colônia respondeu a interesses particulares, cavando as bases de um sistema escolar que privilegiou – e ainda privilegia – uma pequena parcela da população, colaborando acentuadamente para a solidificação de uma estrutura social na qual o arco da desigualdade possibilitou aprofundar o abismo entre os opressores e os oprimidos.
Desse modo, pretendemos problematizar como o fazer educativo dos jesuítas contribuiu para reproduzir e consolidar o caráter polarizado da sociedade brasileira colonial, alguns dos fatores que deram contorno a uma dinâmica social tão injusta quanto excludente.
Um mundo de história

Um mundo de história com certeza não cabe dentro de um lugar, existem muitas coisas acontecendo a todo instante. Pessoas nascem, morrem, plantão, colhem, edificam, derrubam, abraçam-se, aborrecem-se, vivem em paz e outras vivem em guerras, ou seja, muitas coisas movem o mundo, e quero falar sobre uma destas possibilidades de movimento. A internet, ou rede internacional, um mundo de história que nos leva ao infinito, a partir das perguntas, curiosidades, redes, amizades, que nos aproxima uns dos outros ao mesmo passo que em muitos momentos nos distancia, como uma estrada de mão dupla, onde não existe apenas uma direção, mas muitas idas e vindas. E neste mundo virtual existe uma ferramenta (entre tantas), chamada blog, que é  uma abreviação de weblog, e qualquer registro frequente de informações pode ser considerado um blog. Muitas pessoas utilizam os blogs como diários pessoais, porém  pode ter qualquer tipo de conteúdo e ser utilizado para diversos fins. Uma das vantagens das ferramentas de blog é permitir que os usuários publiquem seu conteúdo sem a necessidade de saber como são construídas páginas na internet , ou seja, sem conhecimento técnico especializado, o que não significa ser isento de algum tipo de informação ou conhecimento sobre o assunto. Para ter acesso a um blog, é necessário ter conhecimentos básicos de informática, como por exemplo, saber ligar e desligar um micro computador, ter conhecimentos básicos de  programas de textos, imagens, ter um e-mail (que é um endereço eletrônico), e claro, ter domínio de leitura e escrita, parece lógico? Não é apenas lógico é necessário para poder ter um bom aproveitamento desta ferramenta que está acessível de forma gratuita à todos que desejam aventurar-se por ela.